Setor fluvial busca redução de imposto e escolta no Rio Madeira para conter custos da seca no Amazonas

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O Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Amazonas (Sindarma) e a Capitania dos Portos de Manaus fecharam um plano de ação conjunta para enfrentar a estiagem de 2026. O objetivo é gargalar os impactos da seca no transporte de cargas, evitar o desabastecimento e reforçar o combate à pirataria nos rios do estado.

O planejamento foca em quatro frentes imediatas:

  • Plano Verão 2026: Medidas de contingência para a vazante.
  • Rio Madeira: Regulamentação do tamanho dos comboios e escolta contra piratas e garimpo ilegal, que ganham força com o estreitamento dos canais de navegação.

  • Logística: Cadastro de píeres flutuantes e balsas de cargas.

  • Custos: O Sindarma vai pedir ao Governo do Estado a redução do imposto sobre o óleo diesel para evitar que o custo da seca seja repassado ao consumidor.

O comandante da Capitania dos Portos, André Carvalhaes, garantiu prontidão da Marinha e sinalizou com operações integradas com outros órgãos de segurança, priorizando as calhas dos rios Madeira e Jutaí.

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