Pe. Antônio Jansen: Conheça a história do sacerdote que dedicou sua vida religiosa ao Amazonas

Pe. Antônio era cidadão tefeense, título outorgado pela Câmara de Vereadores em 2011

Morreu na madrugada de domingo,31, em Germent, Holanda, o Padre Antônio Maria Jansen, religioso membro da Congregação do Espírito Santo. O sacerdote morreu em consequências de um câncer no pâncreas.
Pe. Antônio, como era carinhosamente conhecido, chegou no Amazonas em 1960, onde iniciou suas atividades religiosas em fonte Boa, Tefé, Manaus e Carauari. Após 53 anos de dedicação ao Amazonas, com 80 anos, voltou para Holanda em 2013, para cuidar da saúde e descansar.
Pe. Antônio era cidadão tefeense, título outorgado pela Câmara Municipal de Tefé, em 2011. Recebeu em seu país, como reconhecimento pelos 50 anos de trabalho sacerdotal na Amazônia, Praemium Internationalli Amilcar de Azevedo, II Edição, 2019.

Confira a biografia de Pe. Antônio Jansen, feita pela escritora Raimunda Gil Schaeken

PADRE ANTÔNIO JANSEN

Antônio Maria Jansen nasceu no dia 7 de fevereiro do ano de 1933, no município de Gilze-Rijen, na Holanda, sendo o quinto filho do casal Bartolomeu Jansen e Elizabeth Vermetten. Na sua cidade natal, viveu a sua infância, recebendo toda a orientação cristã de seus pais.

Foi batizado e fez a Primeira Comunhão na Igreja Maria Madalena, em Rijen. Já na infância, padre Antônio descobriu sua vocação religiosa, quando participou de uma caminhada da Obra da Santa Infância, promovida pela Paróquia, vestido de Frei Franciscano. Um outro fator que contribuiu para a descoberta de sua vocação sacerdotal, foi a vivência da fé em casa, a oração dos seus pais e a participação deles na Paróquia. Desde cedo, padre Antônio começou a participar do grupo dos “Coroinhas”, de modo que estava muito ligado aos movimentos paroquiais, às celebrações dos Sacramentos e, em especial, à Eucaristia.

Frequentemente, ia à Casa Paroquial e por isso teve bastante contato com os padres.
O ensino básico cursou em Gilze-Rijen e, aos 13 anos de idade, foi encaminhado para a cidade de Weert, onde fez os seis anos de ginásio no Seminário Menor da Congregação dos padres do Espírito Santo, pois lá acolhiam meninos de famílias que não tinham os recursos necessários para custear os estudos.

Terminada a primeira fase dos estudos, entrou no noviciado, começando sua caminhada na vida religiosa. Após essa experiência, iniciou os estudos de Filosofia e Teologia, no Seminário Maior de Gemert. No decorrer dos anos de formação, identificou-se com o carisma da Congregação do Divino Espírito Santo. Foi ordenado sacerdote no dia 21 de setembro de 1958.

No ano seguinte, recebeu a nomeação para trabalhar na Prelazia de Tefé. Os primeiros meses passou na cidade de São Paulo, fazendo os estudos da Língua Portuguesa e participando de cursos de Teologia Pastoral.

Em 1960, padre Antônio iniciou a sua caminhada pastoral na cidade de Fonte Boa, com todo ardor missionário. Foi a sua primeira experiência de pastor e não mediu esforços para aprender a língua falada, assim como os costumes e a religiosidade do povo. Ele sempre diz que nasceu na Holanda e aos 26 anos se criou em Fonte-Boa, no aprendizado à língua e toda uma cultura diferente. Ele ficou muito impressionado com a pobreza, falta de assistência médica, pois não havia um médico em Fonte-Boa, e a precariedade do ensino (analfabetismo), não havia professores formados.

Provavelmente, foi difícil os seus primeiros dias, tendo que se adaptar à alimentação, clima, ferradas dos carapanãs, solidão, saudades. Entretanto, o nosso jovem padre não se desanimou. Em pouco tempo, já conhecia muitas pessoas e foi logo conquistando a simpatia, amizade dos adultos, jovens e crianças, e adquirindo experiências no fazer desobrigas (viagens em barcos pequenos) com luz de lamparina, nas diversas comunidades do interior. Aos poucos, foi conhecendo e saboreando os diversos peixes do Amazonas, exceto o bodó(acari).

Nos primeiros anos, padre Antônio ia sempre a Tefé, no mês de outubro, organizar os festejos da padroeira Santa Teresa, desde o dia 1º ao dia 15. Para ele foi interessante essa experiência, pois lá fez muitas amizades.

No final do ano 1965, padre Antônio assumiu a paróquia de São Raimundo Nonato, na capital Manaus. Já com boa experiência, ele foi logo conquistando o povo, principalmente no trabalho junto à juventude e na catequese das crianças da Escola São Luiz de Gonzaga e na preparação da primeira Eucaristia. Como bom orador e brilhante pregador do Evangelho, conquistou a amizade e o carinho do povo. E isso foi demonstrado, em 2007, quando ele foi convidado pelo pároco Padre Zenildo Lima, para presidir a missa solene e procissão no dia da festa de São Raimundo Nonato, dia 31 de agosto. Foram muitos os abraços que recebeu dos velhos paroquianos, que sempre guardam a lembrança do amigo e bom pároco.

Em 1975, padre Antônio foi transferido para a cidade de Tefé, assumindo os trabalhos pastorais da conhecida paróquia de Santa Teresa. Tendo a amizade de muitos tefeenses, logo se adaptou. Nesse mesmo ano, em preparação ao IX Congresso Eucarístico Nacional, que se reuniu em Manaus, com a presença do papa João Paulo II, foi realizado em Tefé o II Congresso Eucarístico, com grande empenho do padre Antônio Jansen. Foram três dias de oração, celebrações e animações.

Em consequência ao aumento populacional da cidade, fez-se necessário a criação de novos bairros e, paralelamente, vieram as preocupações da Igreja Católica local para atender melhor os fiéis. Para tanto, seria necessário a construção de uma Igreja e um Centro Social para as celebrações das Missas dominicais e encontros pastorais. Em 1977, durante as comemorações do Jubileu de Prata (25 anos) do bispado de Dom Joaquim de Lange, padre Antônio Jansen lançou a pedra fundamental no lugar onde está, hoje, a Igreja de Santo Antônio. A partir daquele dia, padre Antônio, com muito esforço, iniciou a obra, procurando recursos com amigos ou alguma entidade de sua terra natal. Na ocasião, recebeu ajuda financeira de seu colega padre João de Vries, pois estava nos planos que ele seria transferido para Tefé e tomaria conta do bairro de Santo Antônio.

As obras da Igreja foram concluídas em 1979. Com uma Igreja e um Centro Social, os comunitários poderiam participar das celebrações litúrgicas e encontros pastorais, no seu próprio bairro.

Em 1977, padre Antônio, aproveitando a onda de realizações de “Cursilhos de Cristandade”, em todo o Brasil, com efeitos positivos para os participantes, realizou, em Tefé, com dirigentes de Manaus, Cursilho para as mulheres e para os homens, sendo um sucesso. Os dias de encontros, na Missão, foram de estudo, reflexão e animação. Voltando da Missão, os cursilhistas, dirigentes e padre Antônio foram recebidos com alegria, no salão do Seminário, quando todos cantavam alegremente:

De colores, de colores, é a primavera, florindo caminhos. De colores, de colores, são todas as flores, são os passarinhos. De colores, de colores é o arco-iris, caminho de luz…

Em 1980, o padre Antônio passou a direção dos trabalhos pastorais do bairro de santo Antônio, para o padre João de Vries que, ao chegar, construiu a casa dele – onde moram agora as Pias Discípulas do Divino Mestre, a creche ” Criança Feliz ” e o Centro Cultural, que tem o nome dele, com as salas de catequese e o auditório.

Padre Antônio sempre teve uma preocupação especial com as famílias, sendo estas o cerne da sociedade. Se tudo vai bem com a família, então as crianças e os jovens não têm problemas. E uma vez que a Igreja diz que a família é a primeira Igreja doméstica, logo, a família deve receber muito apoio e muita orientação dos líderes religiosos. Por isso, padre Antônio organizou um encontro para os casais de Tefé, convidando o Sr. Joaquim Margarido e esposa, de Manaus, para o respectivo evento que foi muito alegre e os frutos passaram a surgir lentamente.

Em 1983, celebrou, em Tefé, os 25 anos de sacerdócio. Na ocasião, os tefeenses aproveitaram para fazer uma única festa, homenageando os 50 anos de Sacerdócio de Dom Joaquim de Lange e 50 anos de vida religiosa da irmã f.m.m. Margarida Beaulieu; e, também, os 25 anos de vida religiosa da irmã f.m.m. Ana Ruiz. A festa teve um colorido especial e envolveu todos os tefeenses. Houve Missa solene, almoço de confraternização comunitário e, à noite, peça teatral, com cantos, poesias, dança das flores

Realizou um grande trabalho pastoral na cidade de Tefé, na organização da Paróquia de Santa Teresa, liturgias criativas e, com todo o seu carisma, animou a pastoral da juventude e a catequese das crianças.

Foi muito benéfica e importante a sua atuação junto aos estudantes da escola de 1º e 2º Graus Frei André da Costa, do Ensino Fundamental e do Curso Magistério, os cursos de Contabilidade e Acadêmico, nos encontros de Ensino religioso.

Em 1987, contrariando o povo tefeense, padre Antônio, a pedido de sua Congregação, foi trabalhar em Carauari, na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. A saída do bom padre, de uma cidade para outra, era sempre sofrida pelos paroquianos e envolvia os apelos através de abaixo-assinados e, às vezes, refletia na acolhida do novo pároco que deveria usar de grandes artifícios para conquistar os paroquianos saudosos.

Padre Antônio chegou a Carauari, em 21 de novembro de 1987, e, segundo o depoimento de Maria Inês Pereira, uma época difícil, após o afastamento de um vigário queridíssimo pelos carauarienses, o então Pe. José Van Roy, hoje falecido. Porém, ele chegou disposto a amar uma comunidade que não o conhecia.

Ao longo de treze anos, a Paróquia de Imaculada Conceição expandiu-se, e outras comunidades surgiram, acompanhando o crescimento natural da cidade e trazendo o leigo para participar mais efetivamente das ações da IGREJA. Graças às ações missionárias do Pe. Antônio, forma de evangelizar buscando evangelizadores, hoje o leigo não é um mero assistente, participa e sente-se mais integrado. Entende que a IGREJA somos todos nós, e que todos somos responsáveis. Ele não se impôs, mas suas atitudes e forma de viver a Palavra de Deus tornaram-no um dos vigários mais amados da história de Carauari, que até hoje sente saudades. Como um verdadeiro líder, Pe. Antônio não deixou sem rumo aquele povo, quando retornou a Tefé, que apesar das saudades, colocaram em prática seus ensinamentos para que a IGREJA permaneça VIVA. Aprenderam com ele que acima dos homens está o interesse da IGREJA que tem como centro JESUS CRISTO.

Em 1990, aos 30 anos de sacerdócio, sempre trabalhando no Amazonas, padre Antônio recebeu homenagens de amigos e da Rainha da Holanda, na ocasião de suas férias. Tudo foi surpresa para ele. Não sabia de nada, mas alguns casais amigos prepararam um tipo de relatório sobre a sua permanência de 30 anos e as suas atividades pastorais e sociais no Amazonas e enviaram este relatório para a comissão governamental permanente, que cuida da ” distribuição de condecorações “, entregues anualmente, no dia do aniversário da Rainha. Ele mesmo nunca viu o relatório. A surpresa aconteceu quando seu irmão lhe disse que no dia tal e tal, numa hora indicado, tinha que se apresentar na Prefeitura da sua cidade. Foi recebido no gabinete do prefeito, que num certo momento da conversa disse ao padre Antônio que queria mostrar as dependências da Prefeitura. Esteve acompanhando o prefeito, sem desconfiar de nada. Quando ele abriu a porta de um auditório, lá estavam todos os seus familiares e amigos para a entrega solene da condecoração. Eles tinham ido para lá, enquanto o prefeito o segurava no gabinete dele.

“Padre Antônio tem dito sempre que aquilo que ele ia celebrar não era algo conquistado, com direito a um troféu ou um diploma, era muita graça e misericórdia”

No ano 2000, padre Antônio voltou a Tefé, fazendo parte da equipe pastoral e com todo o seu carisma ficou sempre atuando nas diversas pastorais e, para a alegria de todos, atuou na catedral, revivendo os anos de “cama e mesa”, com Santa Teresa.

Registramos, também, que o padre Antônio Jansen exerceu nos anos de 1979 a 1986 o 1º e 2º mandatos de Superior do Distrito da Amazônia CSSp e, nos anos de 1997 a 2003, o 3º e 4º mandatos.

No ano de 2007, ele continuava servindo em Tefé, na equipe pastoral da Paróquia de Bom Jesus, bairro de Fonte-Boa. Com sua grande experiência, achou importante a criação da Escola de Teologia para formação inicial, como prioridade no plano pastoral e como presença da Igreja com a doutrina e prática social. Teve uma grande atuação nos cursos de Animadores de Setor e na Pastoral do Menor, que começou com a irmã Bárbara. Construiu o Centro Irmã Adonal, continuando mantendo-o até o presente, sempre buscando parcerias.

O Jubileu de ouro (2008), celebrou em todas as paróquias, as quais trabalhou, recebendo toda expressão de carinho e gratidão de seus paroquianos.
Em Tefé, sede da Prelazia, houve uma bonita e extensa programação: Vigília, alvorada, lançamento do livro “Jubileu de Ouro”, organizado pela comadre Raimunda Gil Schaeken, com registros de depoimentos de seus superiores, colegas, paroquianos e demais pessoas que desfrutaram de sua amizade. Uma noite festiva, com um farto jantar comunitário.

O encerramento das festividades aconteceu com missa solene, concelebrada pelo Superior Principal do distrito do Amazonas, o Sr. Bispo e vários padres da Prelazia; a Igreja Matriz de Santa Teresa D’Ávila ficou lotada de fiéis e a alegre presença de 11 familiares. Após a missa, houve na praça, a apresentação de vários grupos folclóricos, fechando a noite com chave de ouro.

Pelo seu Jubileu de Ouro, recebeu de presente de seus amigos de sua terra natal, uma boa quantia de Euros para comprar o que quisesse para uso pessoal. Em sinal de humildade e despojamento, usou a referida quantia para construir a Igreja e o Centro Multifuncional Nossa Senhora de Aparecida. Igualmente, deixou para a Casa Espiritana de Tefé e Pastoral do Menor a quantia recebida de sua aposentadoria adquirida no Brasil pelos 35 anos de serviços na educação.
Padre Antônio procurou atuar na sua Igreja, com o carisma espiritano, sendo uma voz profética, junto ao povo. “Fazer-se tudo para todos”.

Nesse momento difícil, praticamente, os últimos dias de vida do querido amigo padre Antônio Jansen, resta-nos agradecer a Deus pelos seus 87 anos de vida, evangelizando, amando o nosso povo e vivendo o seu ministério sacerdotal com seriedade, piedade e amor. Por onde passou, deixou o seu testemunho de Homem de Deus, incansável no serviço de Evangelização e promoção da Dignidade Humana. Somos muito agradecidos a Deus!

Agradecemos, também, a Congregação do Espírito Santo, particularmente a Província da Holanda que desde 1946 assumiu a evangelização da Prelazia de Tefé, dirigida pelo Sr. Bispo Dom Joaquim de Lange. Foram muitos padres e Irmãos que vieram jovens, enfrentando as inúmeras dificuldades, deparando com gente abandonada, marginalizada, totalmente esquecida pelas autoridades governamentais (federal, estadual e municipal), sendo, portanto, desprovida de qualquer regalia.

Em 1988, Teodoro van Zoggel se despediu da Prelazia de Tefé. Partiu também o irmão Everaldo Heuven e o Padre Carlos (Jaap) Nieuwenhuizen. Martinho van der Ven se despediu em 1990. João Derickx escreveu seu livro sobre o Juruá, o rio que chora, e partiu depois para Belém (bairro Bengüi). João de Vries, com sua dor de cabeça crônica, estava em Fortaleza. Cornélio Molenaar deixou Manaus, onde atendia a paróquia de N. S. da Glória e mudou-se para Belo Horizonte, sucedendo ao padre Hermano Donker como pároco da paróquia de São Miguel (Pindorama). Dom Joaquim de Lange partiu para a Holanda em 1990 e morreu lá dois anos mais tarde. O “período holandês” da Prelazia de Tefé estava no fim.

Em 1988, quatro espiritanos alemães, dois portugueses, três espanhóis, um irlandês, um brasileiro e doze holandeses estavam trabalhando na Prelazia, e mais dois padres holandeses de outras congregações e um Irmão (frei Martinho Simons).
“Em 2002, só restava o Padre Antônio Jansen, última relíquia do “período holandês”, como escreveu o confrade padre Antônio Gruyters, na sua última pesquisa (arquivo da Prelazia de Tefé).

Depois de ter cumprido dois períodos na equipe provincial na Holanda, Antônio Gruyters voltou em 2007 para Tefé, fazendo companhia ao colega relicário”.
Os missionários espiritanos holandeses, escreveram na Prelazia de Tefé páginas inesquecíveis de sua história. Muitos lá deixaram sua saúde, sua juventude, ganharam cabelos brancos. Outros perderam sua vida no trabalho pastoral, como o Pe. Guilherme Burmanje que faleceu afogado nas águas do rio Juruá, no dia 29 de janeiro de 1981, quando voltava da Assembleia da Prelazia. Seu corpo não foi encontrado. O irmão Falco faleceu no dia 25 de julho de 1988, no hospital São Miguel, quando voltava da 2ª etapa do curso de Teologia, em Manaus. Outro espiritano que dedicou sua vida ao povo de Tefé foi o Pe. Paulo Werweijen, falecendo no dia 10 de agosto de 1998.

No ano de 2013, aos 80 anos de idade e por motivo de saúde, padre Antônio Jansen, atendendo ao pedido de seus superiores, voltou para Holanda, levando no coração o nosso Amazonas, a nossa gente e os milhares de amigos.
O último holandês que trabalhava na Prelazia, padre Antônio Gtruyters, escritor e pesquisador, deixou Tefé, em janeiro de 2017, por motivo de saúde; faleceu na Holanda,
sua terra natal, no dia 22 de novembro de 2019, abalando muito o confrade Antônio Jansen.

Faleceu na Holanda, na madrugada do dia 31 de maio, 2020, festa de Pentecostes

Temos certeza de que Maria Santíssima e o nosso Deus misericordioso o fortaleceram preparando-o para o seu encontro definitivo com o Pai, quando pode dizer: “COMBATI O BOM COMBATE, COMPLETEI A CARREIRA, GUARDEI A FÉ” (2Tm 4,7. Certamente foi um encontro muito bonito, quando ouviu:
“Vinde, filho querido e tomai posse do Reino que para ti foi preparado desde a criação do mundo”.

 

Foto: Reprodução/Redes sociais

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