Tefé: Fim de semana será marcado por movimento artístico e debate sobre violência e perseguição contra mulheres

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Acontecerá neste final de semana, diversas atividades voltadas para o debate e movimentos artísticos sobre violência contra mulheres, feminicidio, perseguição política e outras formas de violência. Eventos semelhantes ocorrerão simultaneamente em outras cidades do país e exterior, na data que marca um mês da execução da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, serão debatidos também, outros casos de crimes contra mulheres ocorridos em Tefé.

A iniciativa parte de um grupo de mulheres que trabalham no Instituto Mamirauá, e que participam de outros projetos sociais em Tefé, com parceria da Pastoral da Juventude, mobilizados pela indignação em face a tantas notícias de perseguição política, violência contra mulheres, e também das minorias, e propõe uma roda de conversa em forma de manifestação cultural e artística, afim de despertar reflexão na cidade, sobre os crimes, bem como a impunidade e morosidade do sistema judiciário.

 Além de casos que tiveram repercussão internacional, serão lembradas as mortes de mulheres tefeenses, como a professora Lídia, a jovem Natalina, e a grávida Maria Irene. As atividades iniciam na manhã deste sábado, 14, às 7h com concentração na Praça da Onça, de onde sairá por volta das 7h30 a pedalada “Amanhecer por Marielle e Anderson!”, que percorrerá pela cidade em direção à Praça Túlio Azevedo. Às 9h, no coreto da praça, o grupo fará mobilização e preparação de oficina stencil, com pintura e confecção de material que será utilizado no evento da tarde, além de outras manifestações artísticas e culturais.

Ainda no sábado, às 17h ocorrerá o ato “Somos Muitas Marielles!” no Mirante das Mangueiras. Em caso de chuva, o ato será transferido para a tenda da praça Remanso do Boto.

No domingo, 15, será celebrada uma missa em homenagem a todas as mulheres ativistas assassinadas. A celebração iniciará às 19h na igreja São João, localizada na rua Amazonas.

Por Ana Paula Blenk

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