A partir do primeiro semestre de 2026, os cidadãos do estado do Amazonas terão mais uma opção para solicitar a Carteira de Identidade Nacional (CIN): além dos órgãos públicos tradicionais, o documento também poderá ser emitido diretamente nos cartórios extrajudiciais como os de notas e de registro civil.
A novidade decorre de um acordo de cooperação técnica firmado entre o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), a Corregedoria-Geral de Justiça do Estado, o Governo do Amazonas e a Associação dos Notários e Registradores do Estado do Amazonas (Anoreg/AM).
O que muda para a população
Tradicionalmente, a emissão da CIN no Amazonas assim como em outros estados é feita por meio dos órgãos públicos de identificação, como as unidades da Secretaria de Segurança Pública. Com a nova parceria, os cartórios passam a oferecer o serviço mediante pagamento de uma taxa, criando uma alternativa ao processo realizado gratuitamente pelos canais públicos.
Taxas e opções
Segundo o termo de cooperação, os valores cobrados pelos cartórios vão variar conforme o material do documento. A CIN em policarbonato custará R$ 307, enquanto a versão em papel-moeda terá valor de R$ 165.
Sobre a Carteira de Identidade Nacional (CIN)
A CIN é o novo modelo de documento de identidade no Brasil que substitui gradualmente o antigo RG, unificando o número de identificação ao Cadastro de Pessoa Física (CPF) e adotando um padrão nacional válido em todo o país. A nova carteira também contém dados biométricos e recursos de segurança modernos.
Para obter a CIN nos cartórios ou pelos canais públicos normalmente é preciso apresentar documentos básicos como certidão de nascimento ou casamento e o CPF, além de comparecer para coleta de dados pessoais e biometria. A primeira emissão costuma ser gratuita nos órgãos públicos do estado; já nos cartórios há cobrança conforme o tipo de serviço escolhido.
Quando começa
As equipes envolvidas esperam que o serviço esteja oficialmente disponível “ainda no primeiro semestre de 2026”, com a expectativa de agilizar o acesso ao documento e reduzir filas nos órgãos públicos.
A ampliação dos pontos de emissão representa um avanço para facilitar o acesso dos cidadãos à identificação civil no estado, especialmente para aqueles que moram longe das unidades públicas de atendimento.
*Com informações TJAM






