Um mês após tragédia, naufrágio da lancha Lima de Abreu XV ainda repercute no Amazonas

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Foto: Reprodução

O naufrágio da lancha Lima de Abreu XV completa um mês nesta sexta-feira (13) e continua sendo lembrado como uma das tragédias recentes que mais mobilizaram o Amazonas.

A embarcação naufragou na tarde de 13 de fevereiro, nas proximidades do Encontro das Águas, durante uma viagem que saiu de Manaus com destino ao município de Nova Olinda do Norte. O acidente deixou mortos, desaparecidos e dezenas de sobreviventes, gerando grande comoção em todo o estado.

De acordo com informações das equipes de resgate, 80 pessoas a bordo três mortes foram confirmadas e cinco pessoas continuam desaparecidas. passageiros foram salvos por embarcações que passavam pela região no momento do acidente.

As operações de busca mobilizaram o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, a Marinha do Brasil e outras forças de segurança, que atuaram intensamente na tentativa de localizar as vítimas desaparecidas.

As buscas foram consideradas complexas devido às fortes correntes e às características do encontro entre os rios Negro e Solimões, que dificultam operações de mergulho e varredura subaquática.

As vítimas e o bebê resgatado em cooler

Entre as vítimas fatais estão Samila de Souza, de 3 anos, Lara Bianca, de 22 anos, e o cantor gospel Fernando Grandêz, de 39 anos. Os corpos de Samila e Lara foram encontrados horas após o naufrágio. Fernando foi localizado três dias depois.

(Fotos: Reprodução)

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